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quarta-feira, 4 de junho de 2014

Um brinde às pessoas que ainda escrevem!

Acho legal saber que muita gente gente ainda tem o hábito de ter um blog. Hoje em dia as pessoas escrevem cada vez menos , por isso escrevem cada vez pior. A falta da escrita causa danos irreparáveis. Vejo mães que não escrevem direito pela falta de prática e que passam vergonha na frente de seus filhos porque eles muitas vezes escrevem melhor do que elas. A falta da leitura também tem totalmente a ver. 
Enfim, gosto de gente que escreve, nem que sejam coisas simples, do dia a dia, como um diário, ou como eu, que escrevo minhas observações sobre as coisas que presencio. Tenho certeza de que se eu não escrevesse, teria muita dificuldade para sequer escrever um bilhete ou um parágrafo. 

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Remake das novelas



Não entendo porque no Brasil ainda insistem em fazer remakes de novelas antigas. Temos uma literatura tão rica que não há nenhuma necessidade de reproduzir algo que já passou. Novelas como O astro, Gabriela e Guerra dos sexos são exemplos disso. Com todo o respeito por seus autores existem outros tantos que ainda não tiveram a oportunidade de terem suas obras popularizadas na tv.
Será que é pura falta de criatividade das emissoras ou apenas preguiça de criar algo novo? Talvez as duas coisas, mas repetir o que já foi feito é cara de pau demais. Tudo bem que a novela pode ter feito sucesso na época em que foi exibida pela primeira vez, mas passado é passado. Será que não existem escritores tão bons quanto antigamente?

domingo, 28 de outubro de 2012

CCBB: impressionismo


Mais um sábado de passeio! Agora, já são dois consecutivos. Fui ontem ver a exposição sobre o Impressionismo, talvez a maior do CCBB. Ficamos na fila por meia hora mas andou rápido pro tamanho que estava. 
Nossa, que exposição! As salas foram pintadas igual às salas do Museu d'Orsay, na França, onde ficam as obras. A iluminação estava ótima e transmitia um ambiente acolhedor, além de dar um efeito muito bonito aos quadros. Ao contrário da fila lá fora, as salas não estavam cheias, ou seja, dava pra andar sem pedir licença entre uma abora e outra. Muito bem organizada. 
Além da exposição, fomos à livraria Travessa. Uma vez no CCBB, você deve entrar na Travessa. Mas só se tiver com dinheiro no bolso porque dá pra se gastar bem por lá. O problema é que não encontramos na livraria apenas livros mas também DVDs que não encontramos facilmente por aí. sem contar com os itens de decoração. Um problema sério...rs. 
Como se não bastasse vermos a exposição e passarmos na Travessa, ainda nos demos ao luxo de lanchar no restaurante que fica no segundo piso. Chique é pouco, benhê! Saímos de lá por volta das 19h, ou seja, passamos a tarde toda lá. Nem a dor nas pernas de tanto ficar em pé, tanto na fila quanto durante a visita à exposição, me incomodou. Valeu a pena mais esse passeio cultural.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Acompanhando blogs

Esse esquema que o Blogger tem de "acompanhar" as atualizações de outros blogs é legalzinha. Mas sei lá, acho mais legal as pessoas descobrirem o meu blog por acaso do que o visitarem porque eu fui no delas primeiro. Não me parece espontâneo. 
Já "browseei" por aí usando a ferramenta "Próximo blog" mas nenhum ainda me chamou a atenção, pleo menos por enquanto. Já acompanho alguns blogs mas só os visito de vez em quando. Na verdade, até esqueço de alguns por muito tempo e depois de milênios volto a dar uma olhada neles.
Já percebi que muita gente us o blogger pra postar trabalhos e vender seus produtos. Não tenho a mínima intenção de fazer isso, não por enquanto e acho que não o farei mesmo mas acho válido pras pessoas que realmente querem fazer marketing. Sem contar que sai de graça.
Também acho legal ver que alguns publicam seus poemas, contos e textos (quase) jornalísticos. Se eu fosse poeta provavelmente postaria minhas obras mas dificilmente assinaria com meu verdadeiro nome, usaria um pseudônimo. Sei lá, teria vergonha caso algum amigo visse.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Eu deveria ser paga só pra ler

Eu deveria ser paga pra só pra ler e faria isso com gosto, sabia? Se me pedissem pra parar de trabalhar e ficar só estudando, eu toparia sem pestanejar! Sou capaz de perder ho-ras pesquisando sobre literatura, tanto na Internerd quanto nos livros e apostilas. É claro que, pela praticidade, eu uso mais a Internet mas aí é que tá o problema porque uma coisa leva à outra em apenas em clique e perco a noção do tempo. 
Outro dia mesmo eu tava conversando com uma colega e ela me disse que já existe um novo gênero na literatura. Bastou essa informação pra eu pirar sozinha em frente ao computador ao ler tudo que encontrava sobre o assunto. Quando vi, já tinham passado umas duas horas quase só nessa de pesquisar. Por ter afinidade com o tema, comecei a procurar os livros que fazem parte do tal gênero e, no fim das contas, acabei descobrindo também os filmes que têm a mesma temática. 
Dias depois, quando voltei a pesquisar [é porque eu sou assim: volto aos assuntos quantas vezes for preciso se eles me interessam], resolvi fazer uma lista de livros desse gênero que pretendo encomendar. Mas ainda não parei por aí porque um gênero leva a outro, assim como um autor leva a outro...então, já viu, né? ;-)

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Teoria do Humanitismo (Quincas Borba, Cap.6)

"Supõe tu um campo de batatas e duas tribos famintas. As batatas apenas chegam para alimentar uma das tribos, que assim adquire forças para transpor a montanha e ir à outra vertente, onde há batatas em abundância; mas, se as duas tribos dividirem em paz as batatas do campo, não chegam a nutrir-se suficientemente e morrem de inanição. A paz, nesse caso, é a destruição; a guerra é a conservação. Uma das tribos extermina a outra e recolhe os despojos. (...) ao vencido, ódio ou compaixão; ao vencedor, as batatas." 


Ainda procurando pela passagem sobre a terra natal. 

Cara de rica

Uma amiga vive me dizendo que tenho cara de rica. Engraçado. Ela não é a primeira nem segunda pessoa que me diz isso. Namorado diz que sou posuda. Mamãe sempre disse que posso estar com uma trouxa de roupa na cabeça que continuo chique. E papai me apelidou de Lady Di, quando eu ainda era criança. Tô quase acreditando... 
“Há pessoas elegantes e pessoas enfeitadas.” 
Machado de Assis